O comportamento do Consumidor no Mundo Digital

No empreendedorismo do mundo digital, é preciso antes conhecer profundamente o comportamento do seu consumidor: suas dores, expectativas e principais formas e comportamentos na hora da compra, não importa se é um grande negócio, ou um pequeno negócio, tão presente no nosso mercado.

Quero te contar a história da Women Shoes: a Women Shoes é uma empresa de pequeno porte, sem grandes recursos para investir em pesquisas de marketing para que possa planejar a sua entrada no mercado.

Como forma de estudo de mercado consumidor, o planejamento da pesquisa qualitativa deverá ser desenvolvido com os clientes que já frequentam a loja física da WS. Através do desenvolvimento de um questionário de entrevistas com respostas qualitativas, a WS poderá perceber quais são as tendências de seu público consumidor, retirando dados conclusivos para a elaboração das conclusões Pesquisa de Marketing.

Outra forma importante de abordagem é a Pesquisa Primária de Mercado. Como os valores envolvidos numa pesquisa direcionado são muito altas, uma opção viável é efetuar uma pesquisa com a sua própria rede de clientes, através do envio de formulários e convites por e-mail para este público. Finalmente, a Pesquisa Secundária de Mercado apresentará dados estatísticos sobre a realidade de mercado, que pode ser complementada com uma Pesquisa de Cliente oculto para entender a forma e atendimento de seus concorrentes no mercado, rastreando marcas e Market Places online já presentes no mercado.

A netnografia será amplamente empregada nos clientes que o negócio já possui, através das redes sociais em que o negócio estiver presente. A pesquisa de mercado primária trará como complemento, dados quantitativos ao estudo do cenário proposto, em complemento às conclusões qualitativas que serão advindas do processo de entrevistas individuais ou Grupo Focal, além das conclusões advindas da pesquisa secundária.

Quer saber mais sobre este assunto e o desfecho do caso da Women Shoes? Pegue este material gratuito que escrevi para você com dicas aplicáveis a qualquer negócio e ainda, mais informações que você pode buscar em vídeos qualitativos sobre o tema no You Tube. Vamos juntos?

Flávio Freitas é administrador de empresas formado pela UNIFEI-SP (1997). É formado pela FIA-USP em MBA em Recursos Humanos (2003) e Gestão de Qualidade de Vida no Trabalho (2004). Com 30 anos de experiência em auditoria (BDO) e consultor em empresas do setor de indústria, serviços e comércio desde 2003, atua também como produtor cultural no mercado de música e dança (desde 2005) e criou a Empresa do Futuro, uma Startup digital que atua com suas marcas e soluções: Contabilidade Consciente e Consultoria Consciente. Atualmente está cursando Ciências Contábeis na FIPECAFI-SP e MBA em Marketing Digital na FMU-SP.

A busca de emprego na era digital. O que mudou em tempos de pandemia?

A COVID-19 vem promovendo uma mudança drástica nas relações humanas. As pessoas cada vez mais buscam soluções digitais para a simplificação de processos, e como fica o processo seletivo nisso tudo?

Antes de mais nada, precisamos entender as várias gerações, de acordo com uma classificação do Marketing, que na verdade apresenta uma realidade clara nos estilos de relacionamento que acabam se refletindo nas relações humanas. Precisamos entender que os gestores, com quem nos relacionamos no momento da procura de emprego advém de gerações diferentes.

A classificação mais simples para o entendimento dessas gerações são as seguintes: Geração dos Baby Boomers (pessoas nascidas entre 1945 e 1964). São pessoas que trabalharam duro na vida e querem o desfrute do seu esforço. São ainda menos impactados pela tecnologia, e muitas vezes não a adotam como um estilo de vida. São pessoas exigentes, que pedem por gentileza e simpatia, porém não toleram nada que os faça perder tempo. É preciso lidar com objetividade com estas pessoas, adotando uma comunicação clara e direta.

Já a geração seguinte, é a Geração X (pessoas nascidas entre 1965 e 1984). Em geral são pessoas que buscam o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional. Sempre que possível, irão utilizar a tecnologia para facilitar a sua vida sempre que possível. São pessoas mais propensas ao uso da tecnologia do que a geração anterior, mas não utilizam a tecnologia sem serem consumidos pela ansiedade dos relacionamentos impostos na geração seguinte.

A Geração Y (pessoas nascidas entre 1985 e 1999), são pessoas que nasceram e cresceram na era digital. São totalmente antenados em tecnologia e se relacionam fortemente por ela. Por isso, cuidado…levam emoticons e memes muito mais a sério do que você pensa. Enquanto uma pessoa Baby Boomer vai querer falar o que sente com todas as letras, a partir desta geração: corações, carinhas tristes e alegres terão muito mais significado do que você imagina.

Por isso desenvolvi dicas que podem ajudar os profissionais das diferentes gerações, que tem suas relações afetadas pela pandemia e precisam estar “antenados” nas formas de interação no processo seletivo das empresas, que buscaram soluções on line para os novos tempos.

Flávio Freitas é administrador de empresas formado pela UNIFEI-SP (1997). É formado pela FIA-USP em MBA em Recursos Humanos (2003) e Gestão de Qualidade de Vida no Trabalho (2004). Com 30 anos de experiência em auditoria (BDO) e consultor em empresas do setor de indústria, serviços e comércio desde 2003, atua também como produtor cultural no mercado de música e dança (desde 2005) e criou a Empresa do Futuro, uma Startup digital que atua com suas marcas e soluções: Contabilidade Consciente e Consultoria Consciente. Atualmente está cursando Ciências Contábeis na FIPECAFI-SP e MBA em Marketing Digital na FMU-SP.